14. - 28. Mai 2006, freiraum MQ Wien
basemovel

Járed Domício
O jagunço e o arco iris encantado

2006
c-print
------------------------------------------------

"Die Fotos entstanden, als Sonnenstrahlen eine auf dem Tisch vergessene CD trafen. Die Projektion des dadurch entstehenden Regenbogens überzogen die Wände meines Zimmers und erschreckten mich anfangs. Tatsache ist jedoch, dass dieser Eindringling mich an die traditionellen, indigenen Geschichten aus dem Nordosten Brasiliens erinnerte. Das Absurde stellte in diesen Geschichten ebenso eine Konstante dar, wie die Figuren von Gott und Teufel. So habe ich zwei neue Figuren geschaffen: einen Banditen, dessen Gebiet eingenommen wurde, und einen geheimnisvollen verzauberten Regenbogen. Ich zeige nur den Moment des Aufeinandertreffens der beiden und weiß nicht, wie die Geschichte endet. Aber ich weiß, dass diese Geschichten - in der Realität des Imaginären - üblicherweise gut ausgehen."


"As fotos nasceram de raios de sol e um CD-ROM esquecido sobre a mesa. A projeção de um grande arco iris que invadiu meu quarto tomou as paredes, me assustando a principio, com esta curiosa invasão de luz. O fato é que este intruso me fez pensar nas histórias tradicionais da cultura popular do Nordeste de Brasil, onde o absurdo é uma constante, e deus e o diabo são personagens comuns. Criei assim dois personagens: um matador que viu seu territorio invadido e um misterioso Arco-iris encantado. Retrato apenas o momento do encontro dos dois e não sei o que aconteceu no final da história. Mas sei que essas histórias, na ficção, costumam ter finais felizes."

------------------------------------------------
Rodrigo Braga
Jaréd Domício
Esqueleto Coletivo
Grupo PORO
Tiago Judas
Graziela Kunsch
Antonia D'Orazio
Enrico Rocha
Laisle
Glerm Soares + Orquestra Organismo
Mauricio Takara
Transição Listrada
Érica Zíngano